Deprecated: Non-static method JApplicationSite::getMenu() should not be called statically, assuming $this from incompatible context in /hosting/wrtvesmo/public_html/templates/gk_magazine/lib/framework/helper.layout.php on line 152

Deprecated: Non-static method JApplicationCms::getMenu() should not be called statically, assuming $this from incompatible context in /hosting/wrtvesmo/public_html/libraries/cms/application/site.php on line 272

Deprecated: Non-static method JApplicationSite::getMenu() should not be called statically, assuming $this from incompatible context in /hosting/wrtvesmo/public_html/templates/gk_magazine/lib/framework/helper.layout.php on line 152

Deprecated: Non-static method JApplicationCms::getMenu() should not be called statically, assuming $this from incompatible context in /hosting/wrtvesmo/public_html/libraries/cms/application/site.php on line 272

Primeiros passos para Tocar Flauta Featured

Realizado pelas alunas Maria e Bárbara da EB2,3 Florbela Espanca em 2014, no âmbito da disciplina de TIC/8º ano,  esta videografia sobre os «primeiros passos para tocar flauta» demonstra maravilhosamente a facilidade de aprendizagem e de utilização, e bela sonoridade do instrumento. Um vídeo exemplo com uma excelente realização e conteúdo lúdico-pedagógico, que merece a admiração e aplauso sempre que se assiste. Parabéns às realizadoras pelo excelente trabalho! ;D

 

globerx24 viagra

Read more...

SoftwareLivre: Desinstalou um programa, mas ficaram lá "vestígios"? Saiba como apagar esses ficheiros!

Tem um programa, mas está farto de o usar, encontrou outro programa melhor ou está sempre a dar erros no seu PC. Para o eliminar, não basta desinstalar. Os programas deixam "vestígios" no seu PC, tornando-o mais lento e com pouco espaço livre. Para se livrar desses "vestígios", utilize o REVO Uninstaller Free, desinstalador freeware na versão gratuita.

O primeiro passo é escolher o programa a desinstalar, de seguida clicando em "Desinstalar". Deverá escolher o modo de desinstalação, sendo a escolha recomendada o modo "Moderado". O programa será desinstalado normalmente. No fim da desinstalação, o REVO irá pedir para fazer uma pesquisa no seu PC. No fim da pesquisa irá aparecer uma lista de todos os ficheiros relacionados com o programa desinstalado. Selecione com cuidado* os ficheiros e clique em "Apagar". A seguir irá aparecer uma lista com todas as pastas relacionadas com o programa desinstalado. Selecione com cuidado* as pastas e clique em "Apagar". Com isto, terminou a desinstalação completa do programa com sucesso.

A nossa avaliação: 16/20

 Velocidade: 4/5

 Desempenho: 5/5

 Design: 4/5

 Acessibilidade: 3/5

 Faça o download aqui.

 

Read more...

SoftwareLivre: Saiba como Converter diferentes Tipos de Ficheiros Featured

Já lhe aconteceu que precisava converter um ficheiro (de vídeo, musica, imagem, etc.) para outro tipo de ficheiro, a fim de caber em uma flash drive(USB), ou ser compatível num leitor mp3, ou para se tornar mais pequeno? Para isso pode usar o FormatFactory, conversor de ficheiros gratuito (freeware).

 

Após iniciado o programa, necessita primeiro escolher o tipo de ficheiro, depois o formato para o qual se quer converter; irá aparecer uma janela onde se deve escolher «adicionar ficheiro», e depois de confirmar/OK inicia-se o processo de conversão. O ficheiro convertido por norma vai para o diretório: C:\FFOutput>. No modo avançado pode-se fundir músicas e vídeos, e adicionar musica aos vossos vídeos.

A nossa avaliação: 18/20

Velocidade: 4/5

Desempenho: 5/5

Design: 5/5

Acessibilidade: 4/5

 

 Faça o download aqui.

Read more...

Software Livre – Hackintosh?

Eu há algum tempo comecei a aprender ‘objective C’ (linguagem de programação usada por Macs, iPhones, iPods, iPads, e.t.c) e estive a pensar que os utilizadores Windows nunca teriam a oportunidade de fazer aplicações para dispositivos Apple, sem ter que recorrer a um daqueles ‘app builders’ que não dão para fazer nada a nível ‘profissional’, por isso andei a pesquisar e foi ai onde encontrei os Hackintoshes. 

O que é um hackintosh?

Um hackintosh é um computador (não mac) a correr o Mac OS X. Pode ser de qualquer arquitetura de processador x86 e/ou x86-64, mas não corre em ARM.

Este procedimento pode ser considerado ilegal em alguns países e viola o contrato de licença de utilizador Apple para qualquer sistema da família Mac OS X.

Métodos

O mais difícil mas, o mais próximo da ‘legalidade’, é usar um cd oficial da Apple (ou uma pen drive com a instalação oficial do Mavericks, o único sistema operativo da Apple que é ‘gratis’) e um iBoot para o computador conseguir fazer o boot do cd com o Mac OS X.

O mais fácil, mas com uma ‘legalidade’ mais duvidosa é usando uma alternativa como o niresh que não necessita de iBoot.

Como fazer?

 

Esse tópico será abordado no próximo ‘post’ sobre Hackintosh.

Read more...

Software Livre - Como fazer um hackintosh usando Niresh

Como prometido, vamos mostrar-vos como fazer um hackintosh Mac OS X 10.9 (Mavericks) usando o Niresh.

O que vão precisar:

·         Um computador compatível com Hackintosh (qualquer fabricado em 2010 ou depois deverá resultar, mas vocês podem pesquisar sobre o vosso);

·         Uma copia do Niresh 10.9 (download aqui: http://www.macbreaker.com/2014/01/install-osx-mavericks-on-pc-with-niresh.html);

·         Uma pen drive com 6gb ou mais (formatada);

·         Uma copia do Win32 Disk Imager (download aqui: http://sourceforge.net/projects/win32diskimager/files/latest/download);

Passo 1, preparar a Pen Drive :

Faz o download do Niresh 10.9.

Insere a pen drive no teu computador e formata-a.

Depois abre o Win32 Disk Imager. Clica no icon azul do menu principal. Irá aparecer uma janela para vocês seleccionarem o ficheiro que fizeram o download (só o poderão ver se escolherem abaixo do nome do ficheiro esta opção ‘*.*’).

Escolham a letra a porta USB em que a vossa pen drive está.

Cliquem em ‘Write’ e esperem até acabar.

Passo 2, preparar o vosso computador:

·         Retira quaisquer dispositivos USB (exceto o rato e/ou teclado)

·         Retira quaisquer discos internos(exceto aquele em que vamos instalar o niresh)

Passo 3, preparar as BIOS:

1.       Muda a ordem de boot (boot order) para que a USB seja a primeira;

2.       HPET Mode – muda para 64-bit;

3.       SATA Control Mode(pode ter um nome diferente nas vossas bios ) – muda para AHCI.

Passo 4, Iniciar o Niresh:

Desliga o teu computador, insere a pen drive no computador e liga o computador.

 

No menu do niresh, carrega ‘enter’ para iniciar o instalador (vai demorar vários minutos). Se estás a instalar o niresh num computador com processador AMD, escreve uma destas flags antes de carregares ‘enter’: amd ou amd64 (se tens um amd FX escreve: amdfx).

Passo 5, Instalar o Niresh:

 

Assim que entras no instalador do Mac OS X, vai aparecer uma janela para indicar a ‘localização’ do Mac OS X.

Provavelmente estás a instalar o Mac OS X num computador que nunca foi um hackintosh. Por isso a selecção do disco rígido deverá estar em branco. Vamos ter que arranjar isso. Para fazer isso, inicia o ‘Disk Utility’, que podem aceder como está representado na seguinte imagem:

Vais precisar de usar o ‘Disk Utility’ para apagar a partição do disco rígido para que o Mac OS X se possa instalar nela. No menu à esquerda do ‘Disk Utility’, escolhe a partição do disco ou o disco inteiro (se não estiveres com planos de fazer dual-boot com outro sistema operativo). Depois mete o formato em ‘Mac OS Extended (Journaled)’, muda o nome (opcional)  e clica erase.

Nota: O Mac OS X não consegue fazer boot a partir de um disco com mais de 1TB.

 

Na pagina de instalação do Mac OS X, o disco rígido/partição do disco, deverá aparecer. Selecione o disco/partição e depois clica em ‘customize’ (esta secção permite instalar drivers e kexts a partir do instalador, como no multibeast, mas com um layout diferente).

As drivers e kexts variam de computador para computador por isso pesquisem um bocado sobre o vosso computador na internet.

 

Assim que acabares de configurar o computador para a instalação, clica ‘Install’ e ele começará a instalar o Mac OS X.

Passo 6, Entrar no Mac OS X:

Assim que a instalação acabar, retira a pen drive do computador e reinicia o teu computador.

 

Depois irás ver um ecrã com a imagem do disco em que tu instalaste, seleciona a imagem com as setas do teclado e carrega ‘enter’

O Mac OS X Mavericks irá iniciar. Algumas vezes pode dar erro ao iniciar, se der escrevam o que aconteceu nos comentários.

 

Assim que o Mavericks abrir ele vai-te pedir informações para configurar drivers e kexts. Espera alguns minutos, enquanto o processo corre de fundo, quando acabar irá aparecer uma notificação a dizer que acabou, e depois reinicia o computador.

E pronto, vocês agora têm um Hackintosh completamente operacional.

 

Nota: Este hackintosh foi feito usando uma maquina virtual.

Read more...

Hora do Código 2014 Featured

Decorre este ano entre 8 e 14 de dezembro de 2014 o evento Hour of Code, uma iniciativa da Code.org integrada na Computer Science Education Week.

É um evento global para que alunos de todas as idades tenham contacto com a programação e as ciências da computação. Tem como objetivo mostrar que programar pode ser fácil e divertido.

Pretende-se desmistificar as ciências da computação, levando os participantes a percorrer uma série de tutoriais que podem ser completados online, num smartphone, sem ligação à Internet ou mesmo sem computador!

Várias entidades mundiais apoiam o evento Hour of Code, como em Portugal a ANPRI, que disponibiliza muita informação acessivel aqui.

Read more...

VideoJogos: Análise "Gran Turismo 6"

Como se costuma dizer, para o bem ou para o mal, Gran Turismo continua a não mudar alguns pontos fulcrais do seu ADN. E se é verdade que não deixa de ser um bom jogo, especialmente numa altura em que tenta ser mais do que isso mesmo, com o sucesso do programa GT Academy, convém ter a noção que para se tornar em algo fantástico tem de evoluir mais rapidamente. Com a chegada da PS4 o nível de exigência volta a subir e a curiosidade sobre o futuro da série também. Veremos que emoções nos reservam para a nova geração.

Bons Aspetos

Condução ainda mais real

Aconteça o que acontecer, Kazunori Yamauchi e a sua equipa na Polyphony vão sempre privilegiar a precisão e realismo da condução dos muitos carros (mais de mil) em Gran Turismo 6. Da suspensão à aerodinâmica tudo foi afinado para esta versão, tornando a experiência de dominar cada carro em algo com a sua própria curva de aprendizagem. Esta sensação de que cada carro é um desafio é um dos grandes pontos fortes de GT6 e de toda a série.

Mais de 1.200 carros para conduzir

Se é verdade que dificilmente os jogadores vão acabar por experimentar cada um dos mais de 1.200 disponíveis em Gran Turismo, também é verdade que, talvez mais importante que os experimentar todos, é a sensação de que temos essa opção. Dos carros mais limitados aos super desportivos opções não faltam e é isso que torna a garagem de Gran Turismo tão especial.

 

Interface melhorado e simplificado

Finalmente a Polyphony parece se ter apercebido da necessidade de criar uma interface moderna, simples. Desta vez, e ao contrário do que acontecia nos antecessores, podemos em qualquer momento aceder ao às principais opções do menu principal, algo que se revela muito útil, quando por exemplo, ao tentarmos participar num evento, nos apercebemos que temos de ir até à garagem fazer alguma alterações mecânica ao carro.

Maus Aspetos

Inteligência Artificial e danos

A série Gran Turismo é conhecida por não gostar muito de fazer grandes alterações. No entanto, no que à Inteligência Artificial e danos diz respeito, é preciso mudar. Os pilotos controlados pela IA continuam a portar-se como se estivessem sozinhos em pista. Assim sendo, sempre que tentam discutir uma posição com estes “senhores”, o mais provável é nunca saírem da sua trajetória e, mesmo quando resulta em embate (que continuam a resultar em danos demasiado leves), será difícil acabarem por sair de pista ou fazer um pião. É como se estivessem dotados de um poder inacessível aos comuns mortais, o que também explica não vermos acidentes entre pilotos controlados pela IA.

Evolução demasiado demorada

 

Outro ponto que não mudou em GT6 é a sua estrutura. O mesmo que dizer que concluir todos os eventos que o jogo tem para nos oferecer, que variem entre simples corridas a desafios para derrubar cones ou poupar combustível, para só referir alguns, é algo que demora o seu tempo. A progressão pelo jogo é lenta porque há muitos eventos onde ganhar estrelas e créditos para adquirir novos carros, o que faz com que comprar aquele carro que tanto queremos pode demorar algum tempo, a não ser, é claro, que adiram às novas microtransações, através das quais podem usar dinheiro real para comprar créditos de jogo.

Read more...

Videojogos: Análise de Pokemon X e Y

 

Os monstros de bolso estão de volta apenas um ano depois da sequela de Black e White, mas desta vez convictos em evoluir em conjunto com a série. A história segue os moldes anteriores e os veteranos encontrarão um desafio que não está à sua altura, mas a experiência, continuando fiel ás raízes, mostra vontade de evoluir pela primeira vez em quase duas décadas. É um esforço reconhecido, mesmo que chegue maioritariamente na forma de uma mudança visual. Fica ainda a marca de um mundo mais profundo graças a um cânone expandido, que prova que a equipa não trabalha apenas para aumentar o número de Pokémon.

Bons Aspetos

Nova maquilhagem

Já lá vão 17 anos desde que Pokémon Red e Blue se estrearam no Game Boy, e, curiosamente, a série nunca se prestou a acompanhar os avanços gráficos das consolas portáteis da Nintendo. Pokémon X e Y dão finalmente o passo em frente e abraçam as capacidades da 3DS, lançando os jogadores num mundo tridimensional (estereoscópico ou não dependerá da preferência pessoal), com batalhas que deixam a estética pixelizada clássica pelo cel shading. Incontestavelmente mais apelativo e com melhor qualidade, a apresentação visual Pokémon X e Y torna a experiência muito mas imersiva e dá a ilusão de um mundo mais profundo.

Evolução por osmose

Logo de início um dos artefactos que fica na posse do jogador permite que os Pokémon que não combatam também partilhem do espólio em forma de pontos de experiência. Não tendo que evoluir separadamente cada criatura salva tempo ao treinador, embora os Pokémon que não façam parte do grupo de seis a postos para as batalhas não beneficiem desta mesma partilha, a história desenrola mais depressa e são menos os momentos em que o jogador se encontra preso num local, enquanto evolui por força cada Pokémon.

Maus Aspetos

Déjà-vu

A nova evolução traz novas revelações sobre as origens dos Pokémon que intrigam os fãs da série, mas o mesmo não se pode dizer da narrativa de Pokémon X e Y. O argumento (melhor descrito como contexto) é idêntico a todos os jogos anteriores: um jovem treinador que viaja uma região do mundo, defrontando líderes de ginásios e um grupo antagonista até chegar às olimpíadas dos Pokémon. Por muito funcional que esta estrutura seja, ao aproximar-se dos 20 anos, talvez seja altura da série mudar a história que tem para contar.

Sem desafio

Poucos são os Pokémon que ultrapassam os do jogador em nível, seja na natureza ou em duelos espontâneos ou combinados. O jogo nunca exige que o jogador evolua as próprias estratégias nem qualidades de treinador, confrontando-o com um nível de dificuldade bastante brando, retirando parte do entusiasmo da aventura. Há, de facto, raras ocasiões em que as batalhas se tornam mais perigosas, mas, dependendo da equipa de Pokémon à disposição do jogador, o combate vira um teste mais de paciência do que de habilidade.

 

 

 

 

Read more...

Videojogos: Análise de Battlefield 4

 

A DICE volta a colocar a série Battlefield entre as melhores experiências do género, sobretudo ao nível dos modos multijogador (online). Mas será que Battlefield 4 conseguiu superar as expectativas? Conheçam o nosso veredicto.

Infelizmente o jogo sofre de vários problemas técnicos que esperamos ver resolvidos em breve com o lançamento de alguns patches. Além disso não basta apresentar uma vertente online fabulosa sem completar o “pacote” com uma campanha a solo digna de registo. A DICE tentou isso no passado sem grande mestria, e em Battlefield 4 também não consegue alcançar os resultados esperados na conceção desta vertente. Apesar de tudo, Battlefield 4 cumpre o esperado e é uma opção altamente recomendada para quem procura uma experiência multijogador de luxo. Vemo-nos no campo de batalha.

Bons Aspetos

Modos multijogador

Sempre foi o principal destaque da série e a DICE voltou a elevar a fasquia. O dinamismo do campo de batalha impede a existência de duas partidas iguais e os momentos épicos sucedem-se em catadupa, independentemente da versão em causa. Ainda assim, é obrigatório destacar a versão PC (e de nova geração) pelo facto de permitir conflitos entre 64 jogadores (32 vs. 32). De origem podem contar com dez mapas e sete modos de jogo online: Conquest, Rush, Team Deathmatch, Squad Deathmatch, Domination, Defuse e Obliteration. Vão encontrar formas de jogo para todos os gostos e estilos, além das habituais classes (Assault, Engineer, Support e Recon) e o seu respetivo sistema de progressão. Existem recompensas para quase todas as ações. Outra das novidades é o regresso do famoso modo Commander, opção que podem aceder através de um PC ou de um tablet, e que oferece ao jogador um papel estratégico, dando ordens, equipamento e outras informações relevantes aos soldados no campo de batalha.

Frostbite 3 poderoso

A tecnologia associada ao motor Frostbite 3 foi levada aos limites. O flamejado conceito de evolution foi colocado em prática e funciona de forma impecável. O nível de destruição é massivo e surpreendente. E sim, é realmente fantástico fazer cair um arranha-céus e continuar o combate no meio dos escombros. Pior é quando o jogador não consegue sair a tempo ou leva com os detritos todos em cima. Ossos do ofício... Em termos técnicos o jogo é um espanto, sobretudo ao nível da sonoridade e grafismo. O design dos mapas da vertente multijogador merece o nosso aplauso. Este motor de jogo é realmente uma "bomba" e a DICE sabe tirar proveito dele como ninguém.

Armas e veículos

Como já é tradicional na série, os jogadores podem contar com um arsenal vastíssimo e um leque de veículos fabuloso (terra, ar e mar). Destaque para a presença de vários tanques e outros veículos de transporte terrestre, além dos aviões, helicópteros, barcos, e por aí adiante. A presença dos veículos altera por completo a dinâmica dos confrontos e faz de Battlefield 4 uma experiência extraordinária. Sobre as armas resta dizer que a lista é gigantesca, independentemente da classe escolhida. Não faltam opções de personalização e outros gadjets dignos de um soldado multifacetado.

Maus Aspetos

Campanha a solo

A história do jogo decorre no ano 2020. Os EUA e a Rússia estão em conflito aberto, sendo que desta vez a China poderá ter um papel crucial no desfecho do conflito. O principal antagonista é Chang, um poderoso almirante chinês que tenta conquistar o poder no país após o suposto assassinato de Jin Jié, líder da oposição. Para variar, o futuro dos EUA está em perigo e para evitar uma catástrofe é enviada para o terreno uma força especial chamada Tombstone, da qual o jogador é parte integrante ao vestir a pele do Sargento Daniel Recker. A campanha fica bastante longe de ser uma experiência satisfatória. De referir que a missão final vai permitir “escolher” entre três finais possíveis, no entanto a história acaba por ser demasiado previsível e perde-se no meio de todos os clichés do género.

Problemas técnicos

A experiência de jogo não foi perfeita. Vários bugs, desfasamento (lag), servidores instáveis, crashes, quebras de fluidez, dificuldades na configuração dos controlos da versão PC. Outro problema grave prende-se com uma IA, “batoteira” no grau de dificuldade máximo e demasiado “burra” no modo mais fácil, isto ao nível da campanha.

 

 

buy viagra

Read more...