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Software Livre - Como fazer um hackintosh usando Niresh

Como prometido, vamos mostrar-vos como fazer um hackintosh Mac OS X 10.9 (Mavericks) usando o Niresh.

O que vão precisar:

·         Um computador compatível com Hackintosh (qualquer fabricado em 2010 ou depois deverá resultar, mas vocês podem pesquisar sobre o vosso);

·         Uma copia do Niresh 10.9 (download aqui: http://www.macbreaker.com/2014/01/install-osx-mavericks-on-pc-with-niresh.html);

·         Uma pen drive com 6gb ou mais (formatada);

·         Uma copia do Win32 Disk Imager (download aqui: http://sourceforge.net/projects/win32diskimager/files/latest/download);

Passo 1, preparar a Pen Drive :

Faz o download do Niresh 10.9.

Insere a pen drive no teu computador e formata-a.

Depois abre o Win32 Disk Imager. Clica no icon azul do menu principal. Irá aparecer uma janela para vocês seleccionarem o ficheiro que fizeram o download (só o poderão ver se escolherem abaixo do nome do ficheiro esta opção ‘*.*’).

Escolham a letra a porta USB em que a vossa pen drive está.

Cliquem em ‘Write’ e esperem até acabar.

Passo 2, preparar o vosso computador:

·         Retira quaisquer dispositivos USB (exceto o rato e/ou teclado)

·         Retira quaisquer discos internos(exceto aquele em que vamos instalar o niresh)

Passo 3, preparar as BIOS:

1.       Muda a ordem de boot (boot order) para que a USB seja a primeira;

2.       HPET Mode – muda para 64-bit;

3.       SATA Control Mode(pode ter um nome diferente nas vossas bios ) – muda para AHCI.

Passo 4, Iniciar o Niresh:

Desliga o teu computador, insere a pen drive no computador e liga o computador.

 

No menu do niresh, carrega ‘enter’ para iniciar o instalador (vai demorar vários minutos). Se estás a instalar o niresh num computador com processador AMD, escreve uma destas flags antes de carregares ‘enter’: amd ou amd64 (se tens um amd FX escreve: amdfx).

Passo 5, Instalar o Niresh:

 

Assim que entras no instalador do Mac OS X, vai aparecer uma janela para indicar a ‘localização’ do Mac OS X.

Provavelmente estás a instalar o Mac OS X num computador que nunca foi um hackintosh. Por isso a selecção do disco rígido deverá estar em branco. Vamos ter que arranjar isso. Para fazer isso, inicia o ‘Disk Utility’, que podem aceder como está representado na seguinte imagem:

Vais precisar de usar o ‘Disk Utility’ para apagar a partição do disco rígido para que o Mac OS X se possa instalar nela. No menu à esquerda do ‘Disk Utility’, escolhe a partição do disco ou o disco inteiro (se não estiveres com planos de fazer dual-boot com outro sistema operativo). Depois mete o formato em ‘Mac OS Extended (Journaled)’, muda o nome (opcional)  e clica erase.

Nota: O Mac OS X não consegue fazer boot a partir de um disco com mais de 1TB.

 

Na pagina de instalação do Mac OS X, o disco rígido/partição do disco, deverá aparecer. Selecione o disco/partição e depois clica em ‘customize’ (esta secção permite instalar drivers e kexts a partir do instalador, como no multibeast, mas com um layout diferente).

As drivers e kexts variam de computador para computador por isso pesquisem um bocado sobre o vosso computador na internet.

 

Assim que acabares de configurar o computador para a instalação, clica ‘Install’ e ele começará a instalar o Mac OS X.

Passo 6, Entrar no Mac OS X:

Assim que a instalação acabar, retira a pen drive do computador e reinicia o teu computador.

 

Depois irás ver um ecrã com a imagem do disco em que tu instalaste, seleciona a imagem com as setas do teclado e carrega ‘enter’

O Mac OS X Mavericks irá iniciar. Algumas vezes pode dar erro ao iniciar, se der escrevam o que aconteceu nos comentários.

 

Assim que o Mavericks abrir ele vai-te pedir informações para configurar drivers e kexts. Espera alguns minutos, enquanto o processo corre de fundo, quando acabar irá aparecer uma notificação a dizer que acabou, e depois reinicia o computador.

E pronto, vocês agora têm um Hackintosh completamente operacional.

 

Nota: Este hackintosh foi feito usando uma maquina virtual.

Software Livre – Hackintosh?

Eu há algum tempo comecei a aprender ‘objective C’ (linguagem de programação usada por Macs, iPhones, iPods, iPads, e.t.c) e estive a pensar que os utilizadores Windows nunca teriam a oportunidade de fazer aplicações para dispositivos Apple, sem ter que recorrer a um daqueles ‘app builders’ que não dão para fazer nada a nível ‘profissional’, por isso andei a pesquisar e foi ai onde encontrei os Hackintoshes. 

O que é um hackintosh?

Um hackintosh é um computador (não mac) a correr o Mac OS X. Pode ser de qualquer arquitetura de processador x86 e/ou x86-64, mas não corre em ARM.

Este procedimento pode ser considerado ilegal em alguns países e viola o contrato de licença de utilizador Apple para qualquer sistema da família Mac OS X.

Métodos

O mais difícil mas, o mais próximo da ‘legalidade’, é usar um cd oficial da Apple (ou uma pen drive com a instalação oficial do Mavericks, o único sistema operativo da Apple que é ‘gratis’) e um iBoot para o computador conseguir fazer o boot do cd com o Mac OS X.

O mais fácil, mas com uma ‘legalidade’ mais duvidosa é usando uma alternativa como o niresh que não necessita de iBoot.

Como fazer?

 

Esse tópico será abordado no próximo ‘post’ sobre Hackintosh.

SoftwareLivre: Saiba como Converter diferentes Tipos de Ficheiros

Já lhe aconteceu que precisava converter um ficheiro (de vídeo, musica, imagem, etc.) para outro tipo de ficheiro, a fim de caber em uma flash drive(USB), ou ser compatível num leitor mp3, ou para se tornar mais pequeno? Para isso pode usar o FormatFactory, conversor de ficheiros gratuito (freeware).

 

Após iniciado o programa, necessita primeiro escolher o tipo de ficheiro, depois o formato para o qual se quer converter; irá aparecer uma janela onde se deve escolher «adicionar ficheiro», e depois de confirmar/OK inicia-se o processo de conversão. O ficheiro convertido por norma vai para o diretório: C:\FFOutput>. No modo avançado pode-se fundir músicas e vídeos, e adicionar musica aos vossos vídeos.

A nossa avaliação: 18/20

Velocidade: 4/5

Desempenho: 5/5

Design: 5/5

Acessibilidade: 4/5

 

 Faça o download aqui.

Videojogos: Análise de Battlefield 4

 

A DICE volta a colocar a série Battlefield entre as melhores experiências do género, sobretudo ao nível dos modos multijogador (online). Mas será que Battlefield 4 conseguiu superar as expectativas? Conheçam o nosso veredicto.

Infelizmente o jogo sofre de vários problemas técnicos que esperamos ver resolvidos em breve com o lançamento de alguns patches. Além disso não basta apresentar uma vertente online fabulosa sem completar o “pacote” com uma campanha a solo digna de registo. A DICE tentou isso no passado sem grande mestria, e em Battlefield 4 também não consegue alcançar os resultados esperados na conceção desta vertente. Apesar de tudo, Battlefield 4 cumpre o esperado e é uma opção altamente recomendada para quem procura uma experiência multijogador de luxo. Vemo-nos no campo de batalha.

Bons Aspetos

Modos multijogador

Sempre foi o principal destaque da série e a DICE voltou a elevar a fasquia. O dinamismo do campo de batalha impede a existência de duas partidas iguais e os momentos épicos sucedem-se em catadupa, independentemente da versão em causa. Ainda assim, é obrigatório destacar a versão PC (e de nova geração) pelo facto de permitir conflitos entre 64 jogadores (32 vs. 32). De origem podem contar com dez mapas e sete modos de jogo online: Conquest, Rush, Team Deathmatch, Squad Deathmatch, Domination, Defuse e Obliteration. Vão encontrar formas de jogo para todos os gostos e estilos, além das habituais classes (Assault, Engineer, Support e Recon) e o seu respetivo sistema de progressão. Existem recompensas para quase todas as ações. Outra das novidades é o regresso do famoso modo Commander, opção que podem aceder através de um PC ou de um tablet, e que oferece ao jogador um papel estratégico, dando ordens, equipamento e outras informações relevantes aos soldados no campo de batalha.

Frostbite 3 poderoso

A tecnologia associada ao motor Frostbite 3 foi levada aos limites. O flamejado conceito de evolution foi colocado em prática e funciona de forma impecável. O nível de destruição é massivo e surpreendente. E sim, é realmente fantástico fazer cair um arranha-céus e continuar o combate no meio dos escombros. Pior é quando o jogador não consegue sair a tempo ou leva com os detritos todos em cima. Ossos do ofício... Em termos técnicos o jogo é um espanto, sobretudo ao nível da sonoridade e grafismo. O design dos mapas da vertente multijogador merece o nosso aplauso. Este motor de jogo é realmente uma "bomba" e a DICE sabe tirar proveito dele como ninguém.

Armas e veículos

Como já é tradicional na série, os jogadores podem contar com um arsenal vastíssimo e um leque de veículos fabuloso (terra, ar e mar). Destaque para a presença de vários tanques e outros veículos de transporte terrestre, além dos aviões, helicópteros, barcos, e por aí adiante. A presença dos veículos altera por completo a dinâmica dos confrontos e faz de Battlefield 4 uma experiência extraordinária. Sobre as armas resta dizer que a lista é gigantesca, independentemente da classe escolhida. Não faltam opções de personalização e outros gadjets dignos de um soldado multifacetado.

Maus Aspetos

Campanha a solo

A história do jogo decorre no ano 2020. Os EUA e a Rússia estão em conflito aberto, sendo que desta vez a China poderá ter um papel crucial no desfecho do conflito. O principal antagonista é Chang, um poderoso almirante chinês que tenta conquistar o poder no país após o suposto assassinato de Jin Jié, líder da oposição. Para variar, o futuro dos EUA está em perigo e para evitar uma catástrofe é enviada para o terreno uma força especial chamada Tombstone, da qual o jogador é parte integrante ao vestir a pele do Sargento Daniel Recker. A campanha fica bastante longe de ser uma experiência satisfatória. De referir que a missão final vai permitir “escolher” entre três finais possíveis, no entanto a história acaba por ser demasiado previsível e perde-se no meio de todos os clichés do género.

Problemas técnicos

A experiência de jogo não foi perfeita. Vários bugs, desfasamento (lag), servidores instáveis, crashes, quebras de fluidez, dificuldades na configuração dos controlos da versão PC. Outro problema grave prende-se com uma IA, “batoteira” no grau de dificuldade máximo e demasiado “burra” no modo mais fácil, isto ao nível da campanha.

 

 

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