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Videojogos: Análise de Pokemon X e Y

 

Os monstros de bolso estão de volta apenas um ano depois da sequela de Black e White, mas desta vez convictos em evoluir em conjunto com a série. A história segue os moldes anteriores e os veteranos encontrarão um desafio que não está à sua altura, mas a experiência, continuando fiel ás raízes, mostra vontade de evoluir pela primeira vez em quase duas décadas. É um esforço reconhecido, mesmo que chegue maioritariamente na forma de uma mudança visual. Fica ainda a marca de um mundo mais profundo graças a um cânone expandido, que prova que a equipa não trabalha apenas para aumentar o número de Pokémon.

Bons Aspetos

Nova maquilhagem

Já lá vão 17 anos desde que Pokémon Red e Blue se estrearam no Game Boy, e, curiosamente, a série nunca se prestou a acompanhar os avanços gráficos das consolas portáteis da Nintendo. Pokémon X e Y dão finalmente o passo em frente e abraçam as capacidades da 3DS, lançando os jogadores num mundo tridimensional (estereoscópico ou não dependerá da preferência pessoal), com batalhas que deixam a estética pixelizada clássica pelo cel shading. Incontestavelmente mais apelativo e com melhor qualidade, a apresentação visual Pokémon X e Y torna a experiência muito mas imersiva e dá a ilusão de um mundo mais profundo.

Evolução por osmose

Logo de início um dos artefactos que fica na posse do jogador permite que os Pokémon que não combatam também partilhem do espólio em forma de pontos de experiência. Não tendo que evoluir separadamente cada criatura salva tempo ao treinador, embora os Pokémon que não façam parte do grupo de seis a postos para as batalhas não beneficiem desta mesma partilha, a história desenrola mais depressa e são menos os momentos em que o jogador se encontra preso num local, enquanto evolui por força cada Pokémon.

Maus Aspetos

Déjà-vu

A nova evolução traz novas revelações sobre as origens dos Pokémon que intrigam os fãs da série, mas o mesmo não se pode dizer da narrativa de Pokémon X e Y. O argumento (melhor descrito como contexto) é idêntico a todos os jogos anteriores: um jovem treinador que viaja uma região do mundo, defrontando líderes de ginásios e um grupo antagonista até chegar às olimpíadas dos Pokémon. Por muito funcional que esta estrutura seja, ao aproximar-se dos 20 anos, talvez seja altura da série mudar a história que tem para contar.

Sem desafio

Poucos são os Pokémon que ultrapassam os do jogador em nível, seja na natureza ou em duelos espontâneos ou combinados. O jogo nunca exige que o jogador evolua as próprias estratégias nem qualidades de treinador, confrontando-o com um nível de dificuldade bastante brando, retirando parte do entusiasmo da aventura. Há, de facto, raras ocasiões em que as batalhas se tornam mais perigosas, mas, dependendo da equipa de Pokémon à disposição do jogador, o combate vira um teste mais de paciência do que de habilidade.