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Videojogos: Análise de Battlefield 4

 

A DICE volta a colocar a série Battlefield entre as melhores experiências do género, sobretudo ao nível dos modos multijogador (online). Mas será que Battlefield 4 conseguiu superar as expectativas? Conheçam o nosso veredicto.

Infelizmente o jogo sofre de vários problemas técnicos que esperamos ver resolvidos em breve com o lançamento de alguns patches. Além disso não basta apresentar uma vertente online fabulosa sem completar o “pacote” com uma campanha a solo digna de registo. A DICE tentou isso no passado sem grande mestria, e em Battlefield 4 também não consegue alcançar os resultados esperados na conceção desta vertente. Apesar de tudo, Battlefield 4 cumpre o esperado e é uma opção altamente recomendada para quem procura uma experiência multijogador de luxo. Vemo-nos no campo de batalha.

Bons Aspetos

Modos multijogador

Sempre foi o principal destaque da série e a DICE voltou a elevar a fasquia. O dinamismo do campo de batalha impede a existência de duas partidas iguais e os momentos épicos sucedem-se em catadupa, independentemente da versão em causa. Ainda assim, é obrigatório destacar a versão PC (e de nova geração) pelo facto de permitir conflitos entre 64 jogadores (32 vs. 32). De origem podem contar com dez mapas e sete modos de jogo online: Conquest, Rush, Team Deathmatch, Squad Deathmatch, Domination, Defuse e Obliteration. Vão encontrar formas de jogo para todos os gostos e estilos, além das habituais classes (Assault, Engineer, Support e Recon) e o seu respetivo sistema de progressão. Existem recompensas para quase todas as ações. Outra das novidades é o regresso do famoso modo Commander, opção que podem aceder através de um PC ou de um tablet, e que oferece ao jogador um papel estratégico, dando ordens, equipamento e outras informações relevantes aos soldados no campo de batalha.

Frostbite 3 poderoso

A tecnologia associada ao motor Frostbite 3 foi levada aos limites. O flamejado conceito de evolution foi colocado em prática e funciona de forma impecável. O nível de destruição é massivo e surpreendente. E sim, é realmente fantástico fazer cair um arranha-céus e continuar o combate no meio dos escombros. Pior é quando o jogador não consegue sair a tempo ou leva com os detritos todos em cima. Ossos do ofício... Em termos técnicos o jogo é um espanto, sobretudo ao nível da sonoridade e grafismo. O design dos mapas da vertente multijogador merece o nosso aplauso. Este motor de jogo é realmente uma "bomba" e a DICE sabe tirar proveito dele como ninguém.

Armas e veículos

Como já é tradicional na série, os jogadores podem contar com um arsenal vastíssimo e um leque de veículos fabuloso (terra, ar e mar). Destaque para a presença de vários tanques e outros veículos de transporte terrestre, além dos aviões, helicópteros, barcos, e por aí adiante. A presença dos veículos altera por completo a dinâmica dos confrontos e faz de Battlefield 4 uma experiência extraordinária. Sobre as armas resta dizer que a lista é gigantesca, independentemente da classe escolhida. Não faltam opções de personalização e outros gadjets dignos de um soldado multifacetado.

Maus Aspetos

Campanha a solo

A história do jogo decorre no ano 2020. Os EUA e a Rússia estão em conflito aberto, sendo que desta vez a China poderá ter um papel crucial no desfecho do conflito. O principal antagonista é Chang, um poderoso almirante chinês que tenta conquistar o poder no país após o suposto assassinato de Jin Jié, líder da oposição. Para variar, o futuro dos EUA está em perigo e para evitar uma catástrofe é enviada para o terreno uma força especial chamada Tombstone, da qual o jogador é parte integrante ao vestir a pele do Sargento Daniel Recker. A campanha fica bastante longe de ser uma experiência satisfatória. De referir que a missão final vai permitir “escolher” entre três finais possíveis, no entanto a história acaba por ser demasiado previsível e perde-se no meio de todos os clichés do género.

Problemas técnicos

A experiência de jogo não foi perfeita. Vários bugs, desfasamento (lag), servidores instáveis, crashes, quebras de fluidez, dificuldades na configuração dos controlos da versão PC. Outro problema grave prende-se com uma IA, “batoteira” no grau de dificuldade máximo e demasiado “burra” no modo mais fácil, isto ao nível da campanha.

 

 

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