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i@wRTvESmoriz - Items filtered by date: abril 2014

Semana Cultural 2014 - Concurso de Robótica

Decorreu entre os dias 22 e 24 de Abril de 2014 a Semana Cultural do Agrupamento de Escolas de Esmoriz Ovar-Norte. Foram 3 dias preenchidos com perto de uma centena de atividades variadas, que contaram com a participação de turmas de alunos nas escolas, em torneios desportivos entre turmas, exposições de Trabalhos e outras várias de carácter cultural e informativo, como visitas guiadas a Laboratórios abertos, participações em Sessões de esclarecimento, Sessões de Sensibilização, Dramatizações de poemas, Visionamento de filmes, ou em Palestras prestadas por entidades externas, ou por professores de grupos específicos das escolas sobre temas de interesse dos jovens.

De entre todas as atividades desenvolvidas, apresenta-se como exemplo, uma das atividades promovida pelo grupo de informática, já com alguma tradição, o Concurso de Robótica: No presente ano o regulamento definia a participação só de alunos representativos das turmas do 7º ano, com objetivo de programação de robôs Lego MindStorms NXT 2.0 para cumprir um trajeto definido com alguns obstáculos condicionantes em menor tempo e número de tentativas. O Concurso contou com sessões de formação e treino nas máquinas durante uma manhã, e durante a tarde, na competição final. Por fim foram entregues pela Diretora e Representantes das Associações de Pais, diplomas de participação aos alunos e prémios aos vencedores. Sobre a atividade importa destacar, não os vencedores, mas o espírito de competição saudável que se observou entre todos os alunos, e a experiência adquirida na programação de robôs, que se espera possa ser muito proveitosa no futuro!

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SoftwareLivre: Saiba como Converter diferentes Tipos de Ficheiros

Já lhe aconteceu que precisava converter um ficheiro (de vídeo, musica, imagem, etc.) para outro tipo de ficheiro, a fim de caber em uma flash drive(USB), ou ser compatível num leitor mp3, ou para se tornar mais pequeno? Para isso pode usar o FormatFactory, conversor de ficheiros gratuito (freeware).

 

Após iniciado o programa, necessita primeiro escolher o tipo de ficheiro, depois o formato para o qual se quer converter; irá aparecer uma janela onde se deve escolher «adicionar ficheiro», e depois de confirmar/OK inicia-se o processo de conversão. O ficheiro convertido por norma vai para o diretório: C:\FFOutput>. No modo avançado pode-se fundir músicas e vídeos, e adicionar musica aos vossos vídeos.

A nossa avaliação: 18/20

Velocidade: 4/5

Desempenho: 5/5

Design: 5/5

Acessibilidade: 4/5

 

 Faça o download aqui.

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Videojogos: Análise de Pokemon X e Y

 

Os monstros de bolso estão de volta apenas um ano depois da sequela de Black e White, mas desta vez convictos em evoluir em conjunto com a série. A história segue os moldes anteriores e os veteranos encontrarão um desafio que não está à sua altura, mas a experiência, continuando fiel ás raízes, mostra vontade de evoluir pela primeira vez em quase duas décadas. É um esforço reconhecido, mesmo que chegue maioritariamente na forma de uma mudança visual. Fica ainda a marca de um mundo mais profundo graças a um cânone expandido, que prova que a equipa não trabalha apenas para aumentar o número de Pokémon.

Bons Aspetos

Nova maquilhagem

Já lá vão 17 anos desde que Pokémon Red e Blue se estrearam no Game Boy, e, curiosamente, a série nunca se prestou a acompanhar os avanços gráficos das consolas portáteis da Nintendo. Pokémon X e Y dão finalmente o passo em frente e abraçam as capacidades da 3DS, lançando os jogadores num mundo tridimensional (estereoscópico ou não dependerá da preferência pessoal), com batalhas que deixam a estética pixelizada clássica pelo cel shading. Incontestavelmente mais apelativo e com melhor qualidade, a apresentação visual Pokémon X e Y torna a experiência muito mas imersiva e dá a ilusão de um mundo mais profundo.

Evolução por osmose

Logo de início um dos artefactos que fica na posse do jogador permite que os Pokémon que não combatam também partilhem do espólio em forma de pontos de experiência. Não tendo que evoluir separadamente cada criatura salva tempo ao treinador, embora os Pokémon que não façam parte do grupo de seis a postos para as batalhas não beneficiem desta mesma partilha, a história desenrola mais depressa e são menos os momentos em que o jogador se encontra preso num local, enquanto evolui por força cada Pokémon.

Maus Aspetos

Déjà-vu

A nova evolução traz novas revelações sobre as origens dos Pokémon que intrigam os fãs da série, mas o mesmo não se pode dizer da narrativa de Pokémon X e Y. O argumento (melhor descrito como contexto) é idêntico a todos os jogos anteriores: um jovem treinador que viaja uma região do mundo, defrontando líderes de ginásios e um grupo antagonista até chegar às olimpíadas dos Pokémon. Por muito funcional que esta estrutura seja, ao aproximar-se dos 20 anos, talvez seja altura da série mudar a história que tem para contar.

Sem desafio

Poucos são os Pokémon que ultrapassam os do jogador em nível, seja na natureza ou em duelos espontâneos ou combinados. O jogo nunca exige que o jogador evolua as próprias estratégias nem qualidades de treinador, confrontando-o com um nível de dificuldade bastante brando, retirando parte do entusiasmo da aventura. Há, de facto, raras ocasiões em que as batalhas se tornam mais perigosas, mas, dependendo da equipa de Pokémon à disposição do jogador, o combate vira um teste mais de paciência do que de habilidade.

 

 

 

 

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Videojogos: Análise de Battlefield 4

 

A DICE volta a colocar a série Battlefield entre as melhores experiências do género, sobretudo ao nível dos modos multijogador (online). Mas será que Battlefield 4 conseguiu superar as expectativas? Conheçam o nosso veredicto.

Infelizmente o jogo sofre de vários problemas técnicos que esperamos ver resolvidos em breve com o lançamento de alguns patches. Além disso não basta apresentar uma vertente online fabulosa sem completar o “pacote” com uma campanha a solo digna de registo. A DICE tentou isso no passado sem grande mestria, e em Battlefield 4 também não consegue alcançar os resultados esperados na conceção desta vertente. Apesar de tudo, Battlefield 4 cumpre o esperado e é uma opção altamente recomendada para quem procura uma experiência multijogador de luxo. Vemo-nos no campo de batalha.

Bons Aspetos

Modos multijogador

Sempre foi o principal destaque da série e a DICE voltou a elevar a fasquia. O dinamismo do campo de batalha impede a existência de duas partidas iguais e os momentos épicos sucedem-se em catadupa, independentemente da versão em causa. Ainda assim, é obrigatório destacar a versão PC (e de nova geração) pelo facto de permitir conflitos entre 64 jogadores (32 vs. 32). De origem podem contar com dez mapas e sete modos de jogo online: Conquest, Rush, Team Deathmatch, Squad Deathmatch, Domination, Defuse e Obliteration. Vão encontrar formas de jogo para todos os gostos e estilos, além das habituais classes (Assault, Engineer, Support e Recon) e o seu respetivo sistema de progressão. Existem recompensas para quase todas as ações. Outra das novidades é o regresso do famoso modo Commander, opção que podem aceder através de um PC ou de um tablet, e que oferece ao jogador um papel estratégico, dando ordens, equipamento e outras informações relevantes aos soldados no campo de batalha.

Frostbite 3 poderoso

A tecnologia associada ao motor Frostbite 3 foi levada aos limites. O flamejado conceito de evolution foi colocado em prática e funciona de forma impecável. O nível de destruição é massivo e surpreendente. E sim, é realmente fantástico fazer cair um arranha-céus e continuar o combate no meio dos escombros. Pior é quando o jogador não consegue sair a tempo ou leva com os detritos todos em cima. Ossos do ofício... Em termos técnicos o jogo é um espanto, sobretudo ao nível da sonoridade e grafismo. O design dos mapas da vertente multijogador merece o nosso aplauso. Este motor de jogo é realmente uma "bomba" e a DICE sabe tirar proveito dele como ninguém.

Armas e veículos

Como já é tradicional na série, os jogadores podem contar com um arsenal vastíssimo e um leque de veículos fabuloso (terra, ar e mar). Destaque para a presença de vários tanques e outros veículos de transporte terrestre, além dos aviões, helicópteros, barcos, e por aí adiante. A presença dos veículos altera por completo a dinâmica dos confrontos e faz de Battlefield 4 uma experiência extraordinária. Sobre as armas resta dizer que a lista é gigantesca, independentemente da classe escolhida. Não faltam opções de personalização e outros gadjets dignos de um soldado multifacetado.

Maus Aspetos

Campanha a solo

A história do jogo decorre no ano 2020. Os EUA e a Rússia estão em conflito aberto, sendo que desta vez a China poderá ter um papel crucial no desfecho do conflito. O principal antagonista é Chang, um poderoso almirante chinês que tenta conquistar o poder no país após o suposto assassinato de Jin Jié, líder da oposição. Para variar, o futuro dos EUA está em perigo e para evitar uma catástrofe é enviada para o terreno uma força especial chamada Tombstone, da qual o jogador é parte integrante ao vestir a pele do Sargento Daniel Recker. A campanha fica bastante longe de ser uma experiência satisfatória. De referir que a missão final vai permitir “escolher” entre três finais possíveis, no entanto a história acaba por ser demasiado previsível e perde-se no meio de todos os clichés do género.

Problemas técnicos

A experiência de jogo não foi perfeita. Vários bugs, desfasamento (lag), servidores instáveis, crashes, quebras de fluidez, dificuldades na configuração dos controlos da versão PC. Outro problema grave prende-se com uma IA, “batoteira” no grau de dificuldade máximo e demasiado “burra” no modo mais fácil, isto ao nível da campanha.

 

 

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